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02/08/2018 - Valor Econômico
EXPORTACAO DE ACUCAR SERA A MENOR EM DEZ ANOS, DIZ CONSULTORIA

EXPORTACAO DE ACUCAR SERA A MENOR EM DEZ ANOS, DIZ CONSULTORIA.

SÃO PAULO  -  Maior exportador de açúcar do mundo, o Centro-Sul do Brasil deverá embarcar nesta temporada 2018/19 (de abril de 2018 a março de 2019) o menor volume em dez anos, segundo estimativa da consultoria JOB Economia e Planejamento divulgada há pouco. A consultoria calcula que serão exportadas 17 milhões de toneladas pela região, uma redução de 35% ante a safra passada.

Em abril, a JOB Economia previa uma exportação maior a partir do Centro-Sul, de 20,4 milhões de toneladas.

Essa perspectiva mais pessimista se deve a uma redução da projeção para a safra de cana e para o “mix” açucareiro.

A consultoria reduziu sua estimativa para a atual safra de cana no Centro-Sul, a 2018/19, de 585 milhões para 549 milhões de toneladas, por causa do clima seco observado entre abril e junho. Com isso, o processamento desta temporada deverá ser 7,9% menor do que a da safra passada.

Em nota, Julio Borges, diretor da consultoria, afirmou que “a quebra de safra pode ser maior que a prevista se chover abaixo da média no período de agosto a novembro”.

Por outro lado, o clima seco deve favorecer a concentração de sacarose nas planta. Por isso, a projeção para o teor de ATR foi elevado de 135,1 quilos por tonelada de cana moída para 139,4 quilos por tonelada.

Ainda assim, o volume de matéria-prima será menor, quebra que deverá se concentrar na produção de açúcar por causa da preferência das usinas em produzirem etanol.

Segundo Borges, os preços internacionais do petróleo e, consequentemente, da gasolina no mercado doméstico mais elevados estão oferecendo suporte para os valores do etanol. Para ele, “o incentivo econômico para maximizar a produção de etanol é claro e nesta presente safra é ainda mais forte que em 2015/16”, quando as usinas do Centro-Sul também maximizaram a produção do biocombustível.

O etanol está remunerando melhor do que o açúcar no Centro-Sul desde outubro do ano passado, com um prêmio de etanol sobre o açúcar de mercado interno que variou de 4% a 40%. “E a expectativa é de que isto continue nos próximos meses”, acrescentou.

A JOB reduziu sua estimativa para a produção de açúcar do Centro-Sul de 30 milhões para 27 milhões de toneladas, ante 36,1 milhões de toneladas produzidas na safra passada. Em compensação, a projeção para a produção de etanol foi elevada de 28 bilhões de litros para 28,4 bilhões de litros. Desse volume, a projeção é de que 33,5% deverá ser de etanol anidro (misturado à gasolina), menos do que o estimado em abril (37,4%) e do registrado na safra passada (41,5%).

Do total da cana processada, a JOB calcula que 36,9% será destinado à produção de açúcar. Em abril, o cálculo era de 39,7%.

FONTE: Valor Economico

 
 
 
 
 
 
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